Campo de Tupi na Bacia de Santos foi o maior produtor de petróleo no mês de fevereiro
Dados foram divulgados pela Agência Nacional do Petróleo
Dados foram divulgados pela Agência Nacional do Petróleo
A ANP divulgou o Boletim Mensal da Produção de Petróleo e Gás Natural do mês de fevereiro de 2021. Neste mês, a produção nacional foi de aproximadamente 2,819 MMbbl/d (milhões de barris por dia) de petróleo e 131 MMm3/d (milhões de metros cúbicos por dia) de gás natural, totalizando 3,643 MMboe/d (milhões de barris de óleo equivalente por dia). Em relação ao mês anterior, houve uma redução de 1,9% na produção de petróleo e de 3,9% na de gás natural. Já na comparação com fevereiro de 2020 houve redução de 5,1% no petróleo e aumento de 1,7% no gás natural.
A produção do Pré-sal foi de 2,044 MMbbl/d de petróleo e 87,7 MMm3 de gás natural, totalizando 2,596 MMboe/d. Houve uma redução de 1,2% em relação ao mês anterior e um aumento de 4% se comparada ao mesmo mês em 2020. A produção do Pré-sal teve origem em 118 poços e correspondeu a 71,3% do total produzido no Brasil.
Neste mês de fevereiro, os campos marítimos produziram 96,7% do petróleo e 83,4% do gás natural. Os campos operados pela Petrobras foram responsáveis por 94,5% do petróleo e do gás natural produzidos no Brasil.
Em fevereiro, o campo de Tupi, no pré-sal da Bacia de Santos, foi o maior produtor de petróleo e gás natural, registrando 901 MMbbl/d de petróleo e 41,9 MMm3/d de gás natural.
A plataforma Petrobras 75, produzindo no campo de Búzios por meio de quatro poços a ela interligados, produziu 151,252 Mbbl/d de petróleo e foi a instalação com maior produção de petróleo.
A instalação FPSO Cidade de Itaguaí, produzindo no campo de Tupi, por meio de seis poços a ela interligados, produziu 6,556 MMm³/d e foi a instalação com maior produção de gás natural.
Estreito, na Bacia Potiguar, teve o maior número de poços produtores terrestres: 1.037.
Tupi, na Bacia de Santos, foi o campo marítimo com maior número de poços produtores: 56.
No mês de fevereiro de 2021, 255 áreas concedidas, três áreas de cessão onerosa e cinco de partilha, operadas por 36 empresas, foram responsáveis pela produção nacional. Dessas, 60 são marítimas e 203 terrestres, sendo 10 relativas a contratos de áreas contendo acumulações marginais. A produção ocorreu em 6.472 poços, sendo 480 marítimos e 5.992 terrestres.
O grau API médio do petróleo extraído no Brasil foi de 28,1, sendo 2,5% da produção considerada óleo leve (>=31°API), 91,3% óleo médio (>=22 API e <31 API) e 6,2% óleo pesado (<22 API).
As bacias maduras terrestres (campos/testes de longa duração das bacias do Espírito Santo, Potiguar, Recôncavo, Sergipe e Alagoas) produziram 97 Mboe/d, sendo 76,4 mil bbl/d de petróleo e 3,2 MMm³/d de gás natural. Desse total, 76,5 mil boe/d foram produzidos pela Petrobras e 20,5 mil boe/d foram produzidos por concessões não operadas pela Petrobras, dos quais: 12.680 boe/d no Rio Grande do Norte, 6.990 boe/d na Bahia, 390 boe/d no Espírito Santo, 265 boe/d em Alagoas e 193 boe/d em Sergipe.
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