Aura participa de Fórum Internacional da ONU e debate a importância da mineração responsável
A Aura Minerals participou no último dia 25 da ‘14ª edição do Fórum das Nações Unidas sobre Empresas e Direitos Humanos’, em Genebra, na Suíça. Rodrigo Barbosa, CEO da companhia, integrou o painel "Garantindo os Direitos Humanos na extração de minerais críticos na América Latina".
O debate foi moderado por Fernanda Hopenhaym, membro do Grupo de Trabalho da ONU sobre Empresas e Direitos Humanos, que, ao lado de Barbosa discursou sobre as ações do setor de mineração que precisam trilhar um caminho de responsabilidade com Lady Nancy Zuluaga Jaramillo, pesquisadora jurídica do Business & Human Rights Resource Centre, Marcos Botelho, Auditor-Fiscal do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego do Brasil, e Iber Sarapura, jovem líder indígena das comunidades de Salinas Grandes e Laguna Guayatayoc. O painel abordou a responsabilidade corporativa e regulamentação dos direitos humanos nas indústrias do setor da América Latina.
"É uma honra ter sido convidado pela ONU para um debate de tão alto nível e um grande reconhecimento fazer parte do evento que abre espaço para representantes de diferentes frentes. Fazer parte disso demonstra que estamos sempre abertos ao diálogo na busca de uma evolução constante e melhorias para o setor, com respeito e cuidado às pessoas e ao meio ambiente”, afirmou Rodrigo Barbosa após o evento. "Precisamos estar onde as decisões globais são debatidas, encarando os desafios e construindo pontes com a sociedade”, completou.
O executivo ressalta que, além de ter responsabilidade e seguir a regulação, a mineração tem a oportunidade de realmente gerar valores positivos e fazer a diferença, contribuindo com benefícios para as comunidades e o meio ambiente. Questionado sobre ações práticas que pudessem conduzir o setor por esse caminho, Barbosa comentou sobre iniciativas reais adotadas pela Aura. Uma delas é projeto pioneiro da unidade Borborema que permite que 100% da água utilizada no beneficiamento do minério na operação venha do esgoto doméstico de Currais Novos (RN), por meio da Estação de Tratamento de Efluente (ETE), evitando a concorrência com a água tratada destinada à população, um insumo tão importante para a região. Outra ação adotada é o Projeto Sementes da Esperança, em Minosa (Honduras), que tem o objetivo de criar uma nova atividade econômica para a região a partir de um vinhedo instalado em área já minerada pela empresa, onde o solo apresenta condições favoráveis para o desenvolvimento de uvas de qualidade, deixando assim um legado positivo e duradouro para as comunidades locais após o encerramento das atividades.























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