A Aura Minerals anunciou a prévia dos resultados de produção do terceiro trimestre de 2025, referente às suas minas operacionais: Aranzazu, Apoena, Minosa, Almas e Borborema. A produção total no 3º trimestre de 2025, a preços correntes, atingiu 74.227 onças equivalentes de ouro (“GEO”), 16% acima do 2º trimestre de 2025 e 9% superior em comparação ao 3º trimestre de 2024. A preços constantes, a produção trimestral da Aura foi recorde, com aumento de 17% em relação ao 2º trimestre de 2025 e 15% acima do 3º trimestre de 2024. Nos 9 primeiros meses de 2025, a produção total alcançou 198.347 GEO a preços correntes. Considerando os preços do guidance de produção para 2025, a produção dos 9 meses de 2025 foi de 203.592 GEO, 3% acima dos 9 meses de 2024, em linha para atingir as estimativas de produção de 2025.
“No terceiro trimestre de 2025, alcançamos uma produção recorde de 74.227 GEO, mesmo com Borborema ainda em fase de ramp-up. Nos primeiros nove meses de 2025, nossa produção total foi de 203.592 GEO no preço do guidance, com isso, estamos bem-posicionados para nosso guidance de 2025 de 266.000–300.000 GEO. Destaco também o início da produção comercial em Borborema, que produziu mais de 10.000 onças com uma taxa de recuperação superior a 92%, pavimentando o caminho para a produção total durante os próximos meses. Entregue no prazo, dentro do orçamento e com zero incidentes com perda de tempo, Borborema reflete o sucesso de Almas, incorporando nosso compromisso Aura 360 com execução disciplinada, excelência operacional e criação de valor sustentável para todos os stakeholders”, comenta Rodrigo Barbosa, CEO e Presidente da empresa.
Destaques do terceiro trimestre
Em Aranzazu, a produção atingiu 21.534 GEO, representando uma queda de 3% em comparação ao trimestre anterior, resultante principalmente dos preços dos metais, uma vez que os preços mais altos do ouro impactam negativamente a conversão para GEO. Em comparação com o 3º trimestre de 2024, a produção caiu 12% devido ao forte aumento dos preços do ouro entre os períodos, o que também afetou a conversão para GEO. A preços constantes, a produção de Aranzazu esteve alinhada em relação ao 2º trimestre de 2025 e 4% superior em comparação ao 3º trimestre de 2024, também devido a teores mais altos de cobre e prata. Nos 9 primeiros meses de 2025, a produção total diminuiu 16% em relação ao trimestre anterior, atingindo 64.271, em linha com o impacto negativo da conversão dos preços dos metais. A preços constantes, Aranzazu produziu 62.046 GEO, 4% acima do mesmo período do ano anterior, principalmente devido a teores mais elevados e à produção comercial de molibdênio.
Em Minosa, a produção totalizou 18.138 GEO, demonstrando mais uma vez estabilidade e acima do apresentado no trimestre anterior, refletindo teores mais altos processados durante o trimestre e de uma maior taxa de recuperação, que atingiu 68%. Quando comparada ao mesmo trimestre do ano anterior, a produção caiu 13%, devido ao menor empilhamento no 3º trimestre de 2025 em relação ao 3º trimestre de 2024, causado pelo aumento das chuvas no 3º trimestre de 2025. Nos 9 primeiros meses de 2025, a produção diminuiu 9%, principalmente devido ao menor fornecimento de minério para a planta, refletindo o sequenciamento da mina e restrições climáticas, e estão em linha com as expectativas da Aura.
Em Almas, a produção alcançou 15.088 GEO, 17% superior ao 2º trimestre de 2025 (12.917 GEO), impulsionada por maiores volumes de minério processado e melhor desempenho da mina, refletindo os resultados da expansão da planta. A produção ficou em linha em comparação ao 3º trimestre de 2024, apesar do maior volume de minério processado, devido à redução no teor, com base no sequenciamento de mina. Nos 9 primeiros meses de 2025, a produção aumentou 10%, impulsionada por um maior volume de minério processado, apoiado pela implementação de equipamentos maiores, que expandiram a capacidade operacional da mina e melhoraram a eficiência do processo.
Em Apoena, a produção foi de 9.248 GEO, 13% maior que no 2º trimestre de 2025, impulsionada por taxas de recuperação mais altas, de 95%. Em comparação com o 3º trimestre de 2024, a produção aumentou 15%, principalmente devido a maiores taxas de recuperação e maior tonelagem processada. Nos 9 primeiros meses de 2025, a produção caiu 12% em relação ao mesmo período do ano anterior, atribuível aos teores mais elevados nos 9M de 2024, especialmente no 1º trimestre de 2024, devido ao maior teor da Cava Ernesto. O desempenho de 2025 tem até aqui superado as expectativas da Companhia.
Em Borborema, a produção totalizou 10.219 GEO, refletindo o progresso ao longo da curva de ramp-up, atingindo a produção comercial em setembro conforme planejado pela companhia
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