Mosaic Fertilizantes recebe certificação por utilização de energia renovável
Certificado de energia renovável da Thymos Energia quantifica e qualifica os benefícios ambientais, considerando a realidade do sistema elétrico brasileiro
A Thymos Energia, uma das maiores empresas brasileiras de consultoria e gestão de energia, entregou sua certificação de energia renovável à Mosaic Fertilizantes, uma das maiores produtoras de fosfatados e potássio combinados do mundo. Pelos cálculos da consultoria, a opção da Mosaic de adquirir energia renovável contribuiu para evitar a emissão de 6,114 mil tCO2 equivalente entre 2020 e 2021, o que representa o plantio de 10.190 mil árvores, ou a retirada de circulação de quase 1,7 mil carros movidos a gasolina, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).
A compra de energia renovável é uma das medidas adotadas pela Mosaic Fertilizantes para alcançar suas metas de descarbonização e promover a sustentabilidade da mina ao campo. “A mineração e o agronegócio têm buscado alinhar suas práticas aos princípios ESG, que envolvem a responsabilidade ambiental, social e de governança. Ficamos satisfeitos em entregar essa certificação à Mosaic, porque ela evidencia a seriedade com que a empresa está monitorando e acompanhando os resultados das suas ações”, conta João Carlos Mello, presidente da Thymos Energia.
“A certificação de energia renovável obtida pela Mosaic Fertilizantes demonstra e reitera o nosso compromisso com o meio ambiente, a sociedade e o desenvolvimento sustentável. Esta certificação é um passo sólido e consistente com a nossa estratégia de ESG, com o ODS 13 – que trata do Combate às Alterações Climáticas – e com o nosso compromisso de eliminação de emissões de Gases de Efeito Estufa até 2040.”, diz Eduardo Moreira de Andrade Bucheb, Diretor de Procurement da Mosaic Fertilizantes.
A certificação está alinhada com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU) em sua Agenda 2030, em especial os ODS 7 (Energia limpa e acessível) e 13 (Ação contra a mudança global do clima). A metodologia considera a quantidade de energia renovável consumida e o fator de emissão do Sistema Interligado Nacional (SIN), índice que leva em conta o fator de emissão de cada fonte e tem variação mensal, conforme o mix energético que garantiu o fornecimento daquele período.























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