Aclara firma parceria acadêmica com UEG para pesquisa e formação em terras raras
Protocolo quer incrementar inovação e desenvolvimento de talentos em Goiás
A Universidade Estadual de Goiás (UEG) firmou um protocolo de intenções com a Aclara, reforçando a importância da instituição acadêmica escolhida para cooperação técnica e científica em projetos ligados a Elementos Terras Raras (ETR). A parceria marca um avanço estratégico para Goiás, que passa a articular pesquisa universitária, tecnologia aplicada e desenvolvimento territorial em um setor considerado crítico para a economia global.
O acordo prevê unir atividades de ensino, inovação e extensão universitária à formação prática de estudantes, por meio de estágios e intercâmbio técnico-científico.
“A parceria confirma a capacidade científica da UEG e sua relevância como formadora de conhecimento em áreas estratégicas”, afirma o reitor, Antonio Cruvinel Borges Neto. “O acordo consolida o papel da instituição na geração de conhecimento aplicado e na formação de especialistas em um setor de relevância crescente para o país.”
Outro destaque da parceria é o desenvolvimento de tecnologia e iniciativas voltadas às áreas de ciências agrárias, sustentabilidade e ciências tecnológicas, criando uma base acadêmica estruturada para o avanço dos estudos sobre do processo de Colheita Mineral Circular de terras raras em argilas iônicas.
"Estamos satisfeitos em ver que essa cooperação impulsiona o setor mineral em Goiás e fortalece o Plano Estadual de Recursos Minerais (PERM), apontado como roteiro estratégico para o setor até 2050", afirmou Joel de Sant’Anna Braga Filho, secretário de Indústria, Comércio e Serviços de Goiás.
Além do impacto científico, a cooperação cria oportunidades diretas para estudantes e pesquisadores da UEG, incluindo estágios, atividades de campo e intercâmbio técnico, fortalecendo a formação de mão de obra especializada dentro do próprio Estado.
“A universidade é um elo essencial para construir soluções de longo prazo e desenvolver competências locais do nordeste goiano”, destaca o diretor geral, Murilo Nagato, destacando que a parceria aproxima a universidade das competências exigidas por uma nova cadeia produtiva e amplia a presença de Goiás no mapa da economia mineral baseada em inovação. "A cooperação com a universidade é um passo estratégico para construir soluções de longo prazo que associem desenvolvimento econômico e sustentabilidade", acrescenta José Palma, vice-presidente executivo da Aclara.
A vigência inicial do protocolo é de 24 meses, com possibilidade de ampliação a partir da implantação dos primeiros projetos.























Conexão Mineral - Notícia mais lida na Conexão Mineral em Janeiro de 2026
Women in Mining Brasil - Elas movimentam a mineração