Vale apresenta em evento na Apimec as melhorias em gestão de custos e segurança
Desde 2012, os custos foram reduzidos em mais de 30%, apesar do aumento de volumes, e as despesas declinaram em mais de 80%
A Vale participou de um evento na Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec) do Rio de Janeiro e o diretor de Relações com Investidores da Vale, André Figueiredo, apresentou a palestra “A Volta do Líder”, na qual mostrou os resultados e perspectivas da empresa para mais de 70 investidores. Foco no Zero Dano, obtenção de licenças ambientais, implementação de projetos, redução de custos e despesas e gestão do portfólio foram algumas das temáticas presentes na pauta. Estiveram presentes no auditório mais de 70 investidores.
Ele destacou os quatro pilares em que a posição competitiva da Vale está baseada: licenças ambientais, implementação de projetos, redução de custos e despesas e gestão do portfólio. Mais de 300 licenças foram obtidas desde 2011 e 18 projetos principais foram concluídos nos últimos cinco anos. Desde 2012, os custos foram reduzidos em mais de 30%, apesar do aumento de volumes, e as despesas declinaram em mais de 80%. O desinvestimento em ativos non-core nos últimos seis anos foi de aproximadamente US$ 15 bilhões de dólares.
Segundo o diretor, as ações da Vale valorizaram 237% somente em 2016, o resultado mais positivo entre as grandes mineradoras no período. O diretor explicou que a melhor percepção sobre as ações da Vale está associada à redução do risco nas seguintes dimensões: competitividade, necessidades de capex e alavancagem financeira. Segundo ele, a conclusão do ciclo de investimentos levou o capex da Vale para o patamar dos competidores. Além disso, os investimentos de capital e manutenção foram reduzidos com contínua disciplina na alocação de capital.
Ele destacou que a dívida líquida da mineradora vai reduzir no curto prazo e que o foco será ainda no pagamento de dividendos, o que contribuirá para o alcance de uma sólida posição financeira da Vale. A meta é reduzir a dívida líquida ao patamar entre US$ 15 e 17 bilhões ainda em 2017. O objetivo será alcançado através da geração de fluxo de caixa livre, com a opção estratégica de desinvestimentos.
No que diz respeito a lesões nas operações, Figueiredo afirmou que o objetivo é alcançar zero dano. Entre 2011 e 2016, a mineradora obteve declínio de 42% no número total de lesões.
Segundo Figueiredo, com o a entrega do Complexo S11D Eliezer Batista, que já está em operação, a Vale atingirá níveis de competitividade e realização de preços nunca antes vistos. “O S11D consolidará a posição da Vale como produtor com menor custo C1 da indústria, fechando o gap de competitividade geográfica em relação aos nossos competidores”, concluiu.























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